Olivier Roy at PostGlobal

Olivier Roy

Paris, France

Olivier Roy is a senior researcher at the CNRS (French National Center for Scientific Research). He currently lectures at the Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS) and the Institut d'Etudes Politiques (IEP) in Paris and has acted as consultant to the French Foreign Ministry (Center for Analysis and Forecast) since 1984. Olivier Roy was also a consultant with UNOCA on Afghanistan in 1988, special OSCE representative to Tajikistan (August 1993 to February 1994) and headed the OSCE Mission for Tajikistan from February to October 1994. He is also the author of Globalized Islam, published by Columbia University Press. Close.

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In Long Term, Air Terror Wont Work

Paris, France - As this recent plot demonstrates, Al Qaeda stubbornly defines its targets and then gradually improves its means. The goal: to inspire terror and paralyze the economy. Indeed, stock market fluctuations show a temporary link between mind and...

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All Comments (5)

JOAO DA ROCHA:

A IMPRENSA BRASILEIRA E OUTRAS CONSIDERAÇÕES

Porque a imprensa, sem excessão, quando fala em juros americanos, se omite propositadamente em revelar os valores porcentuais desses juros, em todas as modalidades de empréstimos ou financiamentos de curto e longo prazos ?. É medo de comparar com os juros reais praticadas pelo Banco Central do Brasil?. Os EUA pagam, hoje, remuneração para os seus títulos de até 10 anos, juros que não passam de 2,5% ao ano (Bonds) e, acima de 10 a 30 anos, pouco mais de 4% ao ano. E, na pesquisa google - Bancos Centrais do Mundo - você vai ver que o Brasil, em situação privilegiada e economia saudável em relação ao restante do Mundo, é lamentavelmente uma liderança no pagamento da maiores taxas Juros. E, o G-20, em nome da Crise, ao invés de aumentar, está pagando os menores ágios do mundo. Para uma dívida de 9,5 trilhões de US$ , os americanos estão pagando juros anuais de mais ou menos US$ 320 bilhões e, o Brasil, com somente 7,5% da dívida americana, paga juros de quase US$ 100 bilhões anuais ou seja, um terço dos juros pagos pelos EUA. Como pode não existir denúncia para tamanha anormalidade ?.
A imprensa, quando falar em juros altos americanos, para a rolagem da sua dívida, para esclarecer melhor o leitor, deveria mostrar os valores porcentuais, inclusive comparando as taxas americanas com as taxas Brasileiras.

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COMO MAIOR ÁREA ARÁVEL DO MUNDO, NÃO PRODUZIMOS, NO BRASIL, ARROZ E FEIJÃO PARA ATENDER O MERCADO INTERNO.

Veja que somente a incompetência de uma Equipe de Governo, é capaz de não enfrentar e sanar os problemas que afetam diretamente as necesidades primárias do cidadão(ã). Como o maior celeiro do mundo, não estamos sendo capazes de produzir alimentos suficientes para alimentar o nosso povo.

China e Índia produziram em 2007, 580 milhões de toneladas de Arroz ( O Brasil, 11 milhões); produziram 200 milhões de tonelas de Milho ( O Brasil, 55 milhões) e 210 milhões de toneladas de Trigo ( O Brasil, 4 milhões de toneladas). E o Banco Central, para manter a taxa Selic, como a mais elevada do mundo ( Bancos Centrais do Mundo - consulta google) usa os alimentos como responsáveis por tal aberração.

O país gasta R$ 15 bilhões mensais com juros ( um Pac anual a cada mês), R$ 500 milhões dia, mas não tem dinheiro suficiente para implantar um transporte urbano de massa e de qualidade; milhares de pobres ainda pagam escolas privadas do ensino fundamental, por falta de vagas nas escolas públicas; milhões de brasileiros não tem um teto dígno para morar e, por aí ..vai.

E com um rastreamento de somente 20 anos passados, iremos constatar que bilhões de reais do Tesouro ( do povo) foram gastos com projetos de irrigação em quase todas as regiões do país. E para que ou para quem estão servindo ?

O povo brasileiro, abençoado por Deus, não pode deixar que os governantes continuem gastando o seu dinheiro sem uma criteriosa análise de custo/beneficio, além de uma rigorosa fiscalização nas aplicações. As estatísticas são meios, não fins.Os Internautas podem ajudar o país a sair da letargia e partir para exigir do governo o aumento na produção de grãos, que atenda à demanda interna e exportações

jonny6:

jonny5

James Jones:

Mr. Roy's comments demonstrate a critical misunderstanding of Al Qaeda strategy. Al Qaeda does not seek to destroy the West with the limited spectacular terrorist attacks that it orchestrates every few years. Their tactics are part of a carefully calibrated propoganda war against the symbols of Western supremacy. Al Qaeda seeks to embolden islamic radicals around the world by demonstrating that the symbols of the West's power (military, finacial, and technological) are not invulnerable. They seek to turn the West's traditional symbols of power into symbols of weakness--as if our power of late is only maintained by the belief of the opressed (see Wizard of Oz). This is designed to embolden islamic radicals and and populations in the middle east and other areas to rise up against their governments (tools of western power & repression), overturn these governments, institute Salafists regimes and THEN use the combined power of these states not to destroy the west but to remove western influence and dominance over "Muslim lands". Al Qaeda assumes that most Islamic populations are already "against the West's influence" but that the West's reputation and symbols of power, might and sophistication help to keep these peoples in check. This truly is a war for the hearts and minds of these populations and we must understand this clearly if we are to adjust our tactics and policies to avoid this danger.

OhYeah:

Hey, dipwad, why do you keep mentioning Al Queada? Do you have any proof that this was an Al Queada op? You are guessing and spouting the common BS line because you haven't the imagination or intelligence to think this thing out. Or is it because you might have to admit that, "Gosh, maybe it isn't just a singular group of whackos that hate the west. Golly, gee, maybe its a bunch of folks. Hmm, I wonder why?"

Bryan DeVault:

It seems to me that prognosing the success of al Qaeda depends on how one defines success. If by success one means getting the target societies to rearrange many of their priorities, expend billions of dollars on (probably futile) countermeasures, make commercial air travel singularly unpleasant due to heightened security and curtail ancient civil liberties, al Qaeda's operations have succeeded beyond its plotters' wildest dreams.

If success is instead defined by capitulation to the stated aims of al Qaeda of a Middle East remade in its fundamentalist image, I bet he's right that they don't have a chance of success.

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