A CLIMATE AGREEMENT THAT WORKS: SIX PROPOSALS
6) Be Realistic: Ask countries to pledge what they can with strong domestic support, then rely on public shaming to keep them on track.
William A. Pizer, Resources for the Future
Summary:
William Pizer has proposed an approach to climate policy architecture that reflects the institutional limitations and current domestic preferences regarding an international climate agreement. He calls for the largest emitters and economies to pledge specific actions and policy commitments, which can take any form (cap-and-trade, taxes, suite of technology standards, etc.), in an initial agreement. These commitments would be non-binding and there would be no “minimum” commitment necessary to participate. A streamlined version of the Clean Development Mechanism could allow for more credits to be generated by sector-based activities and by avoided deforestation and these credits could be used by countries with commitments. Linking of domestic policies advanced in this initial agreement would be allowed. Rolling five-year reviews of national policies, patterned on the OECD country review process, would serve as the means for evaluating effort. These reviews would focus on emission mitigation, technology development, and developing country engagement. Annual meetings would allow for discussion of progress and reviews. Every five years, a major evaluation of progress would be undertaken and a new round of commitments would be put forward. This agreement would not rely on explicit non-compliance penalties, but instead on public shame and the interest to avoid having a weakened negotiating position as incentive for meeting commitments.
Pros:
This proposal takes as its starting point what is politically feasible for countries given their domestic politics and preferences. The focus on actions instead of goals should make commitments both more tangible and more realistic. The annual and five-year review process provides a venue for countries to learn from each other about successful emission mitigation and R&D policies. The expansion of the CDM to allow for avoided deforestation and sector-based policies should aid transition of developing countries toward commitments and secure both greater resources for them and more emission credits for industrialized countries. Allowing commitments to take any form should also facilitate developing country commitments.
Cons:
A bottom-up pledge and review program with voluntary commitments and no formal compliance mechanism may not deliver sufficient emissions mitigation over time. The fundamental challenge in addressing climate change is in overcoming the interest for countries to free ride on the efforts of others in providing a global public good, and voluntary pledges may not be much different from a world with no multilateral framework and only unilateral actions. Countries may have more incentive to achieve emission mitigation and pursue technology development than engage developing countries, because a country’s resources would likely stay within its borders under the first two categories of actions. Countries may pledge less significant support for technology transfer and infrastructure projects in developing countries in this case. The variety of domestic policy actions may not necessarily achieve cost-effective mitigation of climate change risks.
MORE PROPOSALS
1) For Fairness, Use Formulas: Use a mathematical formula -- not negotiations about targets -- to set binding emissions standards for each country based on factors like historical & current emissions, GDP, and population. Jeffrey Frankel, Harvard University (U.S.)
2) Make Kyoto Stronger: Expand the idea of binding, country-specific emissions targets that let developing countries “graduate” to stricter standards as their economies develop. Axel Michaelowa, Perspectives Climate Change (Germany)
3) Create ‘Climate Clubs’: Only the major-player countries need to negotiate, in small regional groups, and meeting their goals through emissions trading. David G. Victor, Stanford University
4) Let Countries Handle It: Allow domestic (but not international) emissions trading, and let countries set their own national limits on emissions. Warwick J. McKibbin, Australian National University and Peter J. Wilcoxen, Syracuse University
5) Research More Flexible, Creative Solutions: Countries pledge actions, not targets, to reduce emissions, and support flexibility, research and development. Scott Barrett, Johns Hopkins University (U.S.)
6) Be Realistic: Ask countries to pledge what they can with strong domestic support, then rely on public shaming to keep them on track. William A. Pizer, Resources for the Future (U.S.)
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Comments (4)
coliorc
December 29, 2007 12:11 PM | Report Offensive Comments
Posted on December 29, 2007 12:11
coliorc
December 29, 2007 12:10 PM | Report Offensive Comments
Posted on December 29, 2007 12:10
PORQUE NÃO SABEMOS UTILIZAR DAS VANTAGENS DE SER A SEXTA ECONOMIA MUNDIAL E DAS MAIORS PROTETORAS DO MEIO AMBIENTE ?
Temos uma elite de formadores de opiniões negativas e que irão plantar nos jornais, de agora até final de fevereiro de 20008,as suas futurologias e que felizmente não estão se materializando, porque os nossos governantes não estão se orientando por elas, como acontecia até há bem pouco tempo. Deve existir uma certa frustação por isso,poís sempre tiveram um peso muito grande nas decisões da área economica do Governo. E esse peso não era utilizado para viabilizar uma melhor e maIs justa distribuição das riquesas, mas para a sua concentração. As estatísticas provam isso e com muita clareza.
Se o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tivesse a capacidade e determinação de impor e viabilizar as suas idéias, não estariamos colhendo e vendo, hoje, os resultados na melhoria na condição de vida do povo, o crescimento da classe C e a redução nos índices da pobreza e da indigência.Mesmo pagando as maiores taxas de juros do Mundo, limitando a capacidade de consumo.
Os nossos Analistas, em grande parte, sempre priorizaram a política monetária, em detrimento da políca economica social. Querem por querem, impor ao País uma série de Riscos Hipotéticos para que os frutos desaguem em benefício do capital especulativo e volátil internacional e nacional.
Uns conscientes e outros coniventes, jornalistas e alguns jornais internacionais e nacionais, começam a dar vasão para as vidências e cujos resultados, se concretizados, só beneficiam e interessam a um seleto e unido clube dos cartéis financeiros internacionais e nacionais. Daí porque países como o Brasil,são influenciados e alimentados permanentemente, para a manutenção das taxas de juros elevadas, ainda as maiories do Mundo, ocasionando a falta de recursos para os investimentos em uma série de projetos Sociais e de Infra Estrutura, prioritários.
E essa força invisível, minoritária, mas atuante e competente no convencimento,mesmo em detrimento de uma maioria , sempre deu muito bem no Brasil, nos tempos de inflação e ágio elevados. Hoje, o Governo americano está dando uma lição para o mundo e através do Banco Central (FED), ao declarar e ratificar que o Tesouro Nacional de seu país não pode ser utilizado,com o dinheiro do povo, para alimentar e avalizar a usura e às malandragens que praticaram com as Letras Hipótecárias. Os maiores bancos americanos foram os grandes beneficados com Lucros execessivos dessas operações e é natural que agora tenham que devolver parte das gorduras que acumularam.
Estamos vendo o Citibank e o Morgan fazendo uma série de conjecturas e futurologias para os caminhos que o Brasil deve trilhar ou seguir em 2008. Mas essa mesma preocupação e vidência, eles não tiveram para evitar a crise do crédito americano, poís foram os principais personagens para a sua materialização.Esses visionários são concentradores de riquesas e não servem de modelo ou exemplo para um país como o nosso, que quer crescer e acabar com as desigualdes sociais e regionais e ainda descentralizar e direcionar riquesas.Acho que as opções para o país são dos brasileiros.
O País está indo muito bem, a inflação está sobre controle, tem que continuar caminhando a passos largos, mas com responsabilidade e sempre fazendo essas e outras interrogações:
- Será que uma taxa selic de 10% ao ano,pode acarretar inflação, porque e aonde estão os responsáveis pelos abusos?
- Será que a produção industrial será suficiente para o atendimento da demanda interna e das exportações, mesmo com a ampliação das plantas industriais?
- Será que os produtos alimentícios, alguns com o atrativo do mercado internacional, terão menos ofertas e mais procuras internamente, mesmo com o aumento e incentivo da produção?. E, se necessário, sabemos de onde e como importar produtos rapidamente e se saberemos utilizar inteligentemente a rédea dos impostos de importação e exportação ?
- Por que o governo é tão tolerante com o capital volátil, não aplicando corretamente o IOF ?. E que benefícios esse capital trouxe ao País em 2007,para alavancar o crescimento ?
- Porque devemos manter reservas internacionais tão elevadas, maiores do que as reservas de países como os EUA, a França, Inglaterra, Espanha e Itália, com remuneração externa inferior a 5% e com custos internos de 11,25% e a quem realmente estamos beneficiando?
- Porque nenhum país responsável paga ágio acima de 1 a 4% e o Brasil, , como a Sexta economia Mundial, se sujeita a pagar ágio de 7,25% ao ano, se nivelando a países de terceiro mundo e com muitos problemas de caixa, de gerenciamento das receitas e das despesas, com endividando elevado, balança comercial negativa e inflação alta e sem controle, além da corrupção ? Como poderemos considerar normal essa anomalia e que custa muito caro ao Tesouro brasileiro ?
- Se para manter a inflação em 4%, precisamos pagar juros absurdos de 180% sobre ela, é sinal de que estamos recebendo parcialmente os seus beneficios e vantagens. Alguma coisa está errada, mas a certeza é que o Tesouro está bancando as consequencias do ágio elevado E INJUSTIFICÁVEL.
- Porque, em nome da crise da economia americana ou de qualquer outro país de primeiro, segundo e terceiro mundo, sempre justicamos a importancia dos ágios elevados e que sacrificam a nossa poupança interna,DESCAPITALIZANDO O PAÍS, em beneficio da especulação financeira nacional e internacional? E o que estamos vendo é que o primeiro mundo está é baixando as taxas de juros, com a redução de ágios, e o Brasil, tentando ir na contra mão, porque ?
-A amplitude que estão dando à crise americana é muito maior do que a realidade e porque interessa a muita gente que está ganhando com ela. E, no país, não está havendo crise no Crédito, mas a seleção e o rigor na liberação do Crédito. Quem vendeu habitação super avaliada, vai ter que chegar no prêço real para a sua transferencia, o alongamento no prazo de pagamento e redução nas taxas de juros.
-Como pode um País que representa mais de 1/5 ( um quinto ) do PIB Mundial, tem renda per capita de USD 40 mil, mais de 300 milhões de consumidores, gasta mais de USD 1 trilhão em Guerra, paga ágio quase negativo para a rolagem de sua dívida, Entrar em Recessão que não interessa a China, ao Japão, a India, ao Canadá e outros exportadores?. Em recessão não está a Nação americana, mas o sistema financeiro que abusou da volatilidade, nos ganhos
de "usura" e que hoje terão que se moldar a essa nova realidade de Transparencia , de ganhos democráticos e não perversos.
-Uma redução imediata na taxa Selic para ainda absurdos 10%, ou seja, 150% acima da inflação, nivela o Brasil ainda aos países de Terceiro Mundo. E essa redução de 11,25% para 10%, gera ganhos anuais nominais de mais de R$ 16 bilhões de reais. O Brasil não pode ter medo de agir e de se comportar como uma das DEZ MAIORES ECONOMIAS MUNDIAIS, poís tem alguma coisa de errado, convivendo com INFLAÇÃO BAIXA e de Primeiro Mundo e com JUROS da SELIC e do Sistema Financeiro, praticados em países de TERCEIRO MUNDO
December 20, 2007 9:43 AM | Report Offensive Comments
Posted on December 20, 2007 09:43
Yonkers, New York
17 December 2007
Those Bali summiteers on global warming and climate change acted very much like King Canute of old who commanded the waves to stop!
There is no way even all of those countries present at Bali can do now to stop the polar ice caps, the Greenland glaciers and other glaciers from continuing to melt dangerously rapidly day by inexorable day.
All of those countries, including the very large polluters--the US, China, India, Brazil, Japan, Canada, Germany, the UK, Italy, France, South Korea and others--can completely stop spewing carbon dioxide into the atmosphere starting this very day for some ten to twenty years into the future (assuming even theoretically that this is at all possible!)--and yet all their efforts will not make a serious dent on the damage to planet Earth which, starting at the advent of the Industrial Revolution in England in the 19th Century, has continued at an exponential rate year after devastating year right up to this very day.
The Northern countries will continue to be ravaged by hurricanes, tornadoes, snow- and icestorms, floods and mudslides of ever-growing intensity and ferocity. The destruction in terms of lives and property will be incalculable.
The Southern countries will likewise continue to be slammed by typhoons, moonsoon rains, floods and mudslides of equally historic intensity and ferocity. Millions of lives will be lost and the damage to property will be hard to imagine.
Large areas of the planet will experience droughts of unprecedented scope and intensity, virtually reducing lands, many of these fertile farm lands, into deserts. Ferocious brush and forest fires will be common occurrences.
Within 15 to 20 years from now, global sea levels
will rise anywhere from 10 to 20 feet. Hundreds if not thousands of coastal towns and cities will sink and millions of their inhabitants will be displaced. The damage to land and property is bound to be incalculable.
The realistic time to do something about global warming and climate change was right after the signing of the Kyoto Treaty. At that time, the chances of mankind making a real dent on global warming could still have held some prospects for success.
But no longer, tragically for mankind.
Thus, Bali was to all intents and purposes an exercise in futility.
Mankind cannot escape reaping the whirlwind.
MarPatalinjug@aol.com
Yonkers, New York
December 17, 2007 4:57 PM | Report Offensive Comments
Posted on December 17, 2007 16:57